"Multiplica os teus olhos para verem mais. Multiplica os teus abraços para semeares tudo."Cecília Meireles

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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Campanha Lugar de Lixo é no Lixo



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A mascote da nossa Biblioteca, o Rezendinho, entrou também na Campanha Lugar de Lixo é no Lixo. Essa Campanha deve ter a participação em massa de todos os alunos e alunas. Afinal, "Quem ama cuida" !!! Vamos cuidar do espaço que utilizamos na Escola!  

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Para Casa Para a Família - A Bonequinha Preta


O Blog da Biblioteca Cecília Meireles da Escola Municipal Maria de Rezende Costa tem o prazer de ser escolhido como veículo de divulgação na rede do Para Casa Para a Família. Trata-se de uma atividade de literatura elaborada pela Professora Vilma Sanches de Moura para os alunos do Segundo Ano do Primeiro Ciclo (turno da manhã). 


A atividade foi realizada pelos alunos em casa com a ajuda dos familiares, após a leitura em sala de aula do livro A Bonequinha Preta, de autoria de Alaíde Lisboa de Oliveira (Editora  Lê).

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Cada aluno criou a sua Bonequinha Preta. Foi utilizado diversos tipos de materiais (lã, pano, papel colorido, papelão, EVA etc.) na confecção da boneca.


A construção das bonecas foi descrita através de vários depoimentos das alunas, alunos e familiares. E, são estes depoimentos que irão contar a delícia que foi fazer Para Casa Para a Família


O livro


"Eu, pai da Maria Luiza, gostei muito desde a leitura do livro A bonequinha Preta até o projeto do artesanato. Notei que o livro tem uma linguagem com palavras do dia-a-dia, simples e que estimula a dinâmica da leitura e da escrita dos alunos. Parabéns!” Helbert, pai da aluna Maria Luiza.


Aluna Maria Luiza, filha de Helbert e Domênica




Boneca feita pela aluna Gleycielly

As dificuldades iniciais



Confesso que no início eu achei que não seria ´possível construir uma boneca. Depois de iniciar o trabalho, as ideias foram fluindo, cada um dava sua opinião, até que a boneca ficou pronta.” Valéria, mãe do aluno Yago.


Aluno Yago, filho de Valéria


Eu, como mãe, apreciei poder junto com a minha filha fazermos uma boneca. De princípio achei um pouco difícil, mas nós conseguimos. Espero que gostem e apreciem o nosso trabalho e esforço. Foi muito gratificante após o trabalho ver o resultado.” Bruna, mãe da aluna Eduarda.



Aluna Eduarda, filha de Bruna


Ao fazer a Bonequinha Preta notei que quando queremos fazer uma coisa, somos capazes de cumprir a tarefa. E eu gostei de fazer esta boneca com a ajuda da minha mãe.” Aluna Eduarda.

 
Aluna Leticia


A receita



Eu , minha mãe e meu pai pegamos um pedaço de pano e usamos para fazer o corpo e a cabeça, depois colocamos os cabelos, olhos, boca e depois colocamos um vestido. Eu me diverti muito.” Aluna Maria Luiza.

Vovó Olinda costurou o corpo e o vestido, mamãe e eu enchemos o corpo dela, eu escolhi as flores , colei os olhos e com a ajuda da mamãe fiz a boca e as tranças. Foi muito divertido!” Aluna Ana Carolina.



Aluna Ana Carolina, neta de Olinda



Foi muito legal fazer este trabalho com a família, nem sabíamos como ficaria a boneca, mas no final deu tudo certo. O legal é que usamos poucas coisas, como: lã, EVA, meia, fita e TNT. Dei muitas ideias e me diverti muito.” Aluna Maria Eduarda


Aluna Maria Eduarda, filha de Fernanda

Gostei muito de fazer este trabalho. Porque foi mais um momento com a minha filha. Aceitei todas as ideias que ela deu e pude ver no rostinho dela o quanto ficou feliz com isto.” Fernanda, mãe da aluna Maria Eduarda.
 
Estou muito feliz, Emilly e a avó fizeram uma boneca bem linda, não faltou criatividade.”. Flávia, mãe da aluna Emilly


 Boneca feita pela aluna Emilly e avó Hortência


 
A minha boneca é muito bonita. Minha vó me ajudou a fazê-la. Ela é toda de pano. Eu gosto muito dela.” Aluna Emilly



O envolvimento dos familiares


Ajudei minha neta a fazer a Bonequinha Preta. Ela ficou muito feliz ao vê-la pronta. Gosto de ver minha neta feliz! Hortência, avó da aluna Emilly



Achei muito bonito o trabalho da minha filha com a avó. Passaram todo o final de semana trabalhando, mas valeu a pena, porque ficou maravilhoso!” Elio, pai da aluna Emilly 


 A construção da Bonequinha Preta foi muito interessante, pois teve a participação de minha família. Minha mãe, montou a boneca, minha avó fez o vestido e eu ajudei a pintar o rosto da boneca. Deu muito trabalho, mas valeu a pena ver o resultado final. Ela ficou linda!” Aluno Yago. 


Foi muito boa esta experiência. Nós fizemos tudo com muito carinho e amor. Nós brincamos que estava nascendo uma filhinha da Joyce, minha neta e minha irmã Consuelo, era a tia-avó. Nós rimos muito com os erros e acertos. E não é que no final ela ficou linda!” Sueli, mãe da aluna Joyce.


Aluna Joyce, filha de Sueli, sobrinha de Consuelo

 
Sou padrinho da Hellen e me diverti muito ajudando a fazer a bonequinha. Ela ficou linda! Sou Edna, avó da Hellen e adorei ajudar a fazer a bonequinha. Foi muito divertido. Adorei! Sou Fernanda e ajudei a fazer a bonequinha da Hellen. Foi um grande aprendizado e alegria.” Parentes da aluna Hellen.



Aluna Hellen, neta de  Edna

Fiquei grata em ajudar o meu querido bisneto com a minha singela colaboração.” Maria Noêmia, bisavó do aluno Diogo.


Aluno Diogo, bisneto de Maria Noêmia

Eu como mãe...Adorei! Voltei no tempo de criança e pude perceber que esta simples atividade pode nos unir, a dar mais atenção ao meu filho. Foi um momento único! Obrigada pela oportunidade.” Elaine, mãe do aluno Daniel.



Aluno Daniel, filho de Elaine



Fazer a bonequinha Preta foi muito legal! Toda a família ajudou dando ideias e opiniões.” Aluna Sarah



Aluna Sarah, filha de Cássia
 
   
Ajudar a Milena a produzir a bonequinha foi um aprendizado muito bom, porque trabalhamos em equipe e cada um de nós aprendeu um com o outro com boas ideias e muita diversão.” Amanda, tia da aluna Milena




Aluna Milena, sobrinha de Amanda


O resultado ...

 

 

Aluno Isaac


 "Adorei fazer a Bonequinha Preta junto com a minha irmã, parecia que estávamos brincando." Aluna Vitória.



Aluna Vitória, irmã de Karina





Aluno William
 



Aluno Arthur Carlos

O reconhecimento

 

 

Boneca feita pelo aluno Arthur Henrique


Foi uma experiência muito divertida e gratificante, que com certeza ajudou muitas famílias a passarem algum tempo juntas. Além disso promoveu a criatividade e a cidadania ao incentivar o reaproveitamento de materiais que antes não seriam utilizados.” Cássia, mãe da aluna Sarah.


Produzir a Bonequinha Preta foi muito divertido. O que mais gostei foi da participação do papai, mamãe e da minha tia Amanda.” Aluna Milena


Amei fazer esta boneca com a Sulamita. Ela teve várias ideias e mesmo durante a feitura da boneca, ela continuou criando novas formas. Muito obrigada por esta oportunidade!” Viviane, mãe da aluna Sulamita.



Aluna Sulamita, filha de Viviane

  
“[...] foi muito divertido construir a Bonequinha Preta. Eu e minha mãe gostamos muito deste trabalho.” Aluno Danilo

Aluno Danilo

Eu gostei muito de ajudar. Maria Luiza criou a Bonequinha Preta porque a gente teve uma experiência muito boa e divertida. Vilma, foi muito legal a experiência!” Domênica, mãe da aluna Maria Luiza.
 


Podemos afirmar com certeza que  

Para Casa Para a Família

foi uma delícia de releitura !!!

 

Aluno Kauan








Aluna Tayná



Aluno Abraão

Lembramos que todas as fotografias divulgadas nesta postagem foram autorizadas pelos familiares das alunas e alunos da E.M. Maria de Rezende Costa. A reprodução destas imagens sem a devida autorização não é permitida. 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Não fui eu! Aprendendo sobre honestidade - Alunos escrevem sobre o tema


Nos sentimos honrados em poder compartilhar com vocês alguns textos dos alunos da sala 11 (Turno da tarde -  Professora Mônica Avelar), que escrevem sobre o valor da honestidade.  

Ficamos orgulhosos da reflexão que foi feita a partir da leitura em sala de aula do livro "Não fui eu!" de autoria de Brian Moses com ilustrações de Mike Gordon.


 Não fui eu!

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Com esse livro aprendi muitas coisas, uma delas foi assumir meus erros e não ter medo. Acho muito importante todo mundo falar a verdade porque a mentira começa como se fosse uma pequena bola de neve, mas toda hora ela vai aumentando e uma hora ela explode. E a mentira é toda revelada.

Então por quê mentir? Se a verdade é bem melhor porque ela nunca vai explodir. Sei que às vezes temos medos, ficamos assustados e com vergonha. Sempre dá vontade de por a culpa em alguém, mas isto é bem pior. Quando fizer algo de errado, assuma. Isto é um ato de honestidade.

Não minta!

Letícia Rebeca de Souza Marques


Honestidade

É bom ser honesto por que as pessoas confiam em você e isto é muito legal. Temos vários amigos e todos nos admiram.

É ruim ser desonesto por que as pessoas não confiam em você e isto não e nada legal, perdermos os amigos. Todos te criticam quando você mente toda hora. E quando você resolve falar a verdade ninguém irá acreditar em você. Por que quem acreditaria em um mentiroso?

Ágatha da Silva Oliveira


A importância de falar a verdade

Nunca devemos mentir, quando mentimos perdemos a confiança de alguém. A mentira nos envergonha e faz a gente se sentir inferior aos outros.

Devemos sempre dizer a verdade, não importa o que vai acontecer. A verdade faz com que as pessoas tenham respeito pela gente.

Quando dizemos a verdade nossos amigos, familiares, pais e professores se orgulham de nós, por isto a mentira tem perna curta e a verdade vem em primeiro lugar.

João Pedro de Lima Santos
 
  
Será que vale a pena mentir?

A mentira é difícil de assumir, mas é melhor assumir do que perder a confiança dos nossos pais, dos amigos, dos irmãos ou dos professores.

Quando falamos uma mentira ela só vai crescendo e vai virando uma bola de neve. Quando descobrem todas as mentiras as pessoas perdem a confiança e ficamos sem aquela antiga amizade. Às vezes falamos mentiras para impressionar os amigos. Tem vez que mentimos para não magoar as pessoas, mas logo logo irão descobrir tudo porque mentiras tem pernas curtas.

Thais Ferreira de Morais


  
A importância de falar a verdade

Há vários jeitos de mentir, você fala uma mentira para impressionar amigos, para se safar de uma coisa que fez ou mente também para culpar alguém que fez algo com você.

Mentindo você perde a confiança de vários amigos(as), professores(as), familiares e outros.

E quando você mente é ruim para quem você mente e para você também, porque as pessoas se sentem magoadas e ninguém vai querer ter alguma amizade com você.

Igual aconteceu na minha sala, teve uma guerrinha de cola que acertou até o teto e o ventilador e a princípio ninguém assumiu a culpa.

E alguém já colocou a culpa em mim por ter fofocado com o nome de uma aluna na sala.

Júlia Luise dos Santos Nunes


A honestidade

É falar a verdade
saber ouvir e respeitar.

Se errar a culpa no outro não colocar
assim em você seus pais irão confiar
Você vai querer decepcionar
se quando mentir
os seus pais irão ver ...
O que você vai falar?

A mentira cresce só um pouco
mas vai deixando a gente louco.

A mentira não é para impressionar
porque às vezes podem te zoar
e por um tempo deles podem se separar
e a gente ver nossa amizade ...

Tem que renascer
e iguais temos que viver.

Marcelo Augusto Santos de Souza


A importância de dizer a VERDADE

É importante dizer a verdade
pois sempre há necessidade.

Se contamos uma mentira
uma confusão isto vira.

É preciso ser honesto!
Depois de falar a verdade
cuidamos do resto.

É sempre possível dizer a verdade
e nunca há impossibilidade.

Se não contarmos mentira
só temos coisas boas por toda vida.

Devemos ser sinceros
porque se dizemos só a verdade
a desconfiança é zero.

Nunca diga mentira
pois isto pode atrapalhar
sua VIDA.

Brenda Silva Melo


A consciência limpa, pode resumir tudo!

O fato é que as pessoas, hoje em dia, quase não tem honestidade. Eu me considero uma pessoa honesta, apesar de minha honestidade já ter me prejudicado algumas vezes. Ao meu ver, não devemos ser honestos para receber o reconhecimento alheio, mas sim para receber nosso próprio reconhecimento. E ficar com a nossa a consciência sempre tranquila.

Amanda Sharon Albuquerque de Oliveira

 
Agradecemos a Professora Mônica Avelar por ter escolhido o Blog da nossa Biblioteca para divulgação da sementinha que está sendo plantada no coração dos alunos da E.M. Maria de Rezende Costa. Muito respeito, honestidade e amor aos livros.



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Oficinas no Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas Gerais


Estão abertas as inscrições para participar das oficinas no Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas Gerais. Para se inscrever, os interessados devem ligar para: (31) 3241-2355 ou (31) 3241-2335.

A taxa de inscrição para participar das oficinas de continuidade é de R$ 25,00 e deve ser paga na secretaria do evento, 30 minutos antes do início da mesma, no primeiro dia de realização da oficina. O aluno que obtiver 70% de presença receberá um certificado e o retorno da taxa paga em crédito para a compra de livros na feira do Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG.

Para participar das outras oficinas, as que não acontecerão em módulos, e as que serão realizadas na Sala de Oficinas, os interessados devem comparecer 30 minutos antes da realização de cada atividade na secretaria do evento para se inscrever. E para participar das oficinas que acontecerão nos estandes, o público deve se dirigir ao estande onde acontecerá a oficina, com 30 minutos de antecedência.


Oficina “Ler e Contar Histórias”, com Tino Freitas

Datas: 2/09 – Módulo I / 3/09 – Módulo II / 4/09 – Módulo III

Horário: 14h

Duração: 3 horas

Local: Sala de Oficinas

Publico/classificação: Acima de 18 anos (professores, bibliotecários, universitários, mediadores e interessados em multiplicar sua paixão pela leitura).

Valor: R$ 25,00


Oficina “A Arte de Contar Histórias”, com Rosana Mont´Alverne

Datas: 3/09 – Módulo I / 4/09 – Módulo II

Horário: 10h30

Duração: 4 horas, divididas em dois módulos

Local: Sala de Oficinas

Publico/classificação: Acima de 18 anos (professores, bibliotecários, universitários, mediadores e interessados em multiplicar sua paixão pela leitura).

Promoção: Editora Aletria

Valor: R$ 25,00


Oficina “Capas Literárias”, com Léo Piló

Datas: 5/09 e 6/09

Horário: 9h30

Duração: 2 horas

Local: Sala de Oficinas

Publico/classificação: Crianças e Jovens

Gratuita


Oficina “Explorando Imagens”, com Marilda Castanha e Nelson Cruz

Datas: 5/09 – Módulo I / 6/09 – Módulo II / 7/09 – Módulo III

Horário: 14h

Duração: 3 horas

Local: Sala de Oficinas

Publico/classificação: A partir de 15 anos

Valor: R$ 25,00


Oficina “A Galera do Zé”, com as autoras Cláudia Lambert e Rosana Deslandes

Data: 6/09

Horário: 19h

Duração: 1 hora

Local: Estande da Uni Duni Editora

Publico/classificação: Livre

Gratuita


Oficina de cores, com a ilustradora Amarilis Bracher

Data: 7/09

Horário: 16h

Duração: 1 hora

Local: Estande da Uni Duni Editora

Publico/classificação: Livre

Gratuita


Oficina de Modelagem, com o plástico Marcelo Xavier

Data: 8/09

Horário: 9h30

Duração: 2 horas

Local: Sala de Oficinas

Publico/classificação: Crianças e Jovens

Gratuita


Oficina de Modelagem, com o plástico Marcelo Xavier (adultos)

Datas: 8/09 – Módulo I / 9/09 – Módulo II / 10/09 – Módulo III

Horário: 18h

Duração: 2 horas

Local: Sala de Oficinas

Publico/classificação: Acima de 18 anos

Valor: R$ 25,00


Oficina “Trabalhando com Poemas”, com o escritor Ronald Claver

Datas: 8/09 – Módulo I / 9/09 – Módulo II / 10/09 – Módulo III

Horário: 14h

Duração: 3 horas

Local: Sala de Oficinas

Publico/classificação: Acima de 15 anos

Valor: R$ 25,00


Oficina “Dobraduras e Diabruras”, com Cristina Barbosa e Eduardo Flores

Data: 9/09

Horário: 9h30

Duração: 2 horas

Local: Sala de Oficinas

Publico/classificação: Livre

Promoção: Editora Aletria

Gratuita


Oficina com Sílvia Maneira, autora do Livro “Uma tarde do Barulho, com a presença do autor e ilustrar Cláudio Martins

Data: 10/09

Horário: 15h30

Duração: 1 hora

Local: Estande da Uni Duni Editora

Publico/classificação: Livre

Gratuita


Fonte: Site do Salão do Livro

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Novas Aquisições


A Biblioteca Cecília Meireles recebeu doações dos seguintes títulos:

  • Periódicos e CD-ROMs



Inclusão: Revista da Educação Especial, Brasília, v. 5, n. 1, jan./jul. 2010. (Inclui CD-ROM com arquivos em pdf. Acervo de CD-ROM n. 105).


Inclusão: Revista da Educação Especial, Brasília, v. 5, n. 2, jul./dez. 2010. (Inclui CD-ROM com arquivos em pdf. Acervo de CD-ROM n. 106).


quarta-feira, 30 de março de 2011

Transtornos de Aprendizagem - revista Conhecimento Prático Geografia, n. 36

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Os Transtornos de Aprendizagem e os Transtornos Psiconeurofuncionais
atingem cerca de 40% da população em idade escolar. Os principais transtornos de aprendizagem são a dislexia, a discalculia e a disgrafia.


Dislexia: dificuldade na área da leitura, escrita e soletração.
Discalculia: incapacidade de compreender e manipular números.
Disgrafia: alteração da escrita.

O déficit de atenção, com ou sem hiperatividade, atinge cerca de 6% das crianças em idade escolar, trazendo situações dramáticas para o portador e pessoas mais próximas quando não diagnosticado e tratado. Suas principais características são a fácil distração e a impulsividade, acrescidas ou não da hiperatividade.

Fonte: publicado na revista Conhecimento Prático Geografia, n. 36, p. 20.


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Crítica ao IDEB - Blog de Luis Nassif

País vai ser quinta potência e não formamos líderes, diz Rudá Ricci.


Para especialista, Ideb não toca em pontos essenciais da formação do aluno


Por Luiz Henrique Mendes

O Brasil sofre de esquizofrenia em sua política educacional. Os métodos de ensino adotados na educação infantil e no início do ensino fundamental são completamente opostos aos métodos utilizados a partir da sétima série do fundamental e em todo o ensino médio. Essa é a avaliação de Rudá Ricci, diretor-geral do Instituto Cultiva e estudioso do tema. Para ele, a diferença entre os métodos adotados na carreira escolar é uma das principais explicações aos resultados do último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgados na última semana e que apontam lentidão nos avanços do ensino médio.


Ricci vê com preocupação a utilização do Ideb como única forma de avaliação educação. "O Brasil precisa dizer o que acredita, porque o MEC está querendo jogar goela abaixo que só existe um jeito de avaliar e quem é especialista nessa área sabe que não é verdade", diz. Rudá Ricci aponta um caos na formação dos docentes e discorda do modo como são estruturados os vestibulares. Para ele, o Brasil está "formando gente cínica, que estuda para a prova, mas não estuda para a vida".


Para ler os principais trechos da entrevista que Rudá Ricci concedeu a Luis Nassif acesse o blog Luís Nassif Online