"Multiplica os teus olhos para verem mais.
Multiplica os teus abraços para semeares tudo."
Cecília Meireles

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Evento: A biblioteca na escola: múltiplas leituras


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Jornada A biblioteca na escola: múltiplas leituras

Programação de Atividades

Local: Auditório Paulo Freire/SMED
Rua carangola, 288, 8º andar
Público-alvo: bibliotecários e auxiliares de biblioteca
Promoção: Coordenação do Programa de Bibliotecas da RMEBH
Data: 30 de abril de 2009, quinta-feira

Manhã
8:30 – Credenciamento
9:00 – Abertura:
Dagmá Brandão Silva (gerente da GCPF)

9:30 – Tadeu Rodrigo Ribeiro (SMED)
“Biblioteca e sala de aula: espaços em diálogo”

9:45 – Alcenir Soares dos Reis (Escola de Ciência da Informação/UFMG)
“O bibliotecário-educador: perfil, perspectivas e desafios”

10:30 – Intervalo

11:00 – Coordenação do Programa de Bibliotecas
Apresentação das propostas de trabalho para 2009

11:30 – Apresentação dos grupos de bibliotecários
Acervo, Informática, Classificação, Formação

12:30-13:30 – Intervalo para almoço


Tarde
13:30 – Abertura dos trabalhos da tarde

14:00 – Macaé Maria Evaristo (Secretária municipal de educação)

14:30 – Projetos nas escolas da Rede: relatos de experiências

15:00 – Grupos de trabalho:
“Propostas para melhor integração de bibliotecas e salas de aula”
Discussão/propostas: sistematização

16:00 – intervalo para lanche

16:30 – Ritmo e Poesia: a experiência do Arte Favela

17:00 – Visita aos painéis do Arte Favela

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Visite uma Biblioteca e descubra ...






Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor

Convite


Dia 23 de abril, quinta-feira, das 18 as 21 horas, tem “São Jorge de Rosas e Livros”, na Praça da Liberdade.

O Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor, data lançada pela UNESCO em 1996, é comemorada por mais de cem países no mundo. O dia 23 de abril é o dia de nascimento e morte de William Shakespeare. É também a data em que na Espanha, em 1616, morreu o escritor Miguel de Cervantes, autor de “Dom Quixote de La Mancha”. Por esse motivo, na Catalunha, na Espanha, as pessoas trocam livros por rosas. Uma rosa por São Jorge, padroeiro, e um livro por Cervantes, tradição que inspirou o São Jorge de Rosas e Livros, que acontece há 13 anos em Belo Horizonte.


A programação divulgada no site do Programa Sempre um papo informa que estarão presentes: a Banda Rosa Crioula, La Taberna Escuela Flamenca, Tambor Mineiro (com a presença de Maurício Tizumba), além de leitura da oração de São Jorge por Tutti Maravilha e sorteio de livros e brindes.

A entrada é gratuita.
Não deixe de participar! E claro, não esqueça de levar livros para doar.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Manifesto em Defesa da Biblioteca Escolar


Caro (a) Leitor (a),


Ajude a divulgar o Manifesto em Defesa da Biblioteca Escolar!


MANIFESTO EM DEFESA DA BIBLIOTECA ESCOLAR

No contexto do projeto de ensino-aprendizagem, a biblioteca escolar apresenta-se como um centro de aprendizagem cuja função pedagógica está relacionada a: a) uma ação em prol da leitura, do incentivo à criação do gosto de ler; b) a pesquisa escolar e ao trabalho intelectual que proporcionarão ao educando meios para melhor desempenhar seus papéis sociais; e c) a ação cultural com vistas a favorecer o entendimento da identidade do cidadão no espaço onde vive. A biblioteca escolar não somente lida com as demandas do aluno, mas, sobretudo, atua no contexto do projeto político-pedagógico da escola, através do trabalho conjunto com o professor e a gestão escolar.

Segundo o Manifesto da UNESCO, a biblioteca escolar é o espaço que “[...] promove serviços de apoio à aprendizagem e livros aos membros da comunidade escolar, oferecendo-lhes a possibilidade de se tornarem pensadores críticos e efetivos usuários da informação, em todos os formatos e meios”, ou seja, competentes em informação.

As entidades e pessoas físicas que assinam este Manifesto expõem sua preocupação com o momento pelo qual passa a educação no Brasil, com baixos índices de aprendizagem dos alunos, mensurados tanto pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), quanto pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), demonstrando que os estudantes brasileiros não possuem competência em leitura e escrita. Diante deste fato, acredita-se que se as instituições de ensino investirem na criação de espaços de bibliotecas bem equipadas, com acervos que atendam ao projeto político pedagógico das escolas e administradas por profissionais bibliotecários, esta triste realidade poderá sofrer significativa transformação.

Alguns documentos elaborados pelo Ministério da Educação apontam para a importância da biblioteca na prática da leitura e escrita, um dos maiores problemas da educação atualmente, dentre estes citam-se os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s), que, no módulo de Língua Portuguesa cita a biblioteca como um espaço apto a influenciar e incentivar a prática da leitura e escrita.

O Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) distribui acervos para bibliotecas escolares. No que pese ser esta a única iniciativa desenvolvida no âmbito da federação para as bibliotecas escolares, é tácito afirmar que tal Programa não atende as expectativas do contexto no qual se inserem as discussões apresentadas, pois, se as escolas não possuem bibliotecas e muito menos bibliotecários, como estão sendo dinamizados esses acervos?

De fato, os diagnósticos existentes no País acerca das condições das bibliotecas escolares, bem como as decisões emanadas do Tribunal de Contas da União (TCU) em seus Acórdãos n. 604/2004 e n°1287/2005, apontam que a grande maioria dos responsáveis técnicos e diretores das escolas não tem noção dos serviços que podem ser oferecidos pelas bibliotecas, o que impede a criação de muitas oportunidades e que essas bibliotecas atuem como ambientes de busca e aprimoramento de conhecimentos. Os diretores das escolas e os responsáveis técnicos não têm domínio sobre a concepção do funcionamento de uma biblioteca e se arriscam ao apontar a dimensão do espaço físico destinado a leitura como única diferença entre biblioteca e sala de leitura: a biblioteca seria aquela com maior espaço físico, a despeito da constituição do acervo, serviços oferecidos e nível de tratamento e organização das obras. Ainda, é oportuno destacar que, na maioria dos casos, o horário de atendimento não é regular nem suficiente para atender aos estudantes, sendo que os raros freqüentadores pouco usam ou têm consciência de suas potencialidades em termos de serviços. Os dados do Censo Escolar 2004 destacam que 51,7% dos alunos do ensino básico e profissional dispõem de bibliotecas escolares, não permitem inferir que estes discentes de fato as usem, ou, pelo menos, reconheçam a existência destes espaços para mediar seu processo de ensino-aprendizagem.

Considerando que uma das atividades a ser desenvolvida pela biblioteca escolar é o incentivo à leitura, o Instituto Pró-Leitura (IPL) efetuou, no primeiro semestre de 2008, a segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que se constitui no principal estudo sobre o comportamento do leitor no País, na expectativa de contribuir para a avaliação dos impactos das políticas públicas que possibilitem o acesso ao livro e à leitura, visando identificar as que efetivamente trouxeram resultados no incentivo ao gosto de ler. Dentre suas conclusões, com relação aos dados levantados sobre o uso de bibliotecas, a pesquisa aponta para a necessidade de a escola assumir verdadeiramente seu papel de formadora de leitores, intensificando sua ação em todas as direções que se relacionam com o gosto pela leitura.

Ressalte-se que biblioteca escolar, embora se constitua em um espaço de aquisição e disseminação de cultura e informação, apresenta-se carente das condições adequadas para ofertar um serviço cidadão, no sentido de que está impedida de viabilizar um processo de democratização da informação com amplo acesso aos meios de cultura, uma vez que a sua existência está condicionada única e exclusivamente à presença de acervo, e não à oferta de serviços capazes de promover o acesso aos saberes registrados nos artefatos culturais que a biblioteca escolar deve disponibilizar.

Nessa abrangência, o Sistema CFB/CRB compreende que o trabalho da biblioteca escolar há de ter como ponto de partida o contexto da escola, seu projeto pedagógico e a cultura geral que compõe o conjunto de saberes que fundamentam e dão sentido ao modo de vida e à existência de cada membro da comunidade escolar. Isto implica analisar uma dada realidade, refletindo sobre as condições existentes e prever as formas alternativas de ação para superar as dificuldades ou para alcançar os objetivos desejados pela proposta pedagógica desenvolvida no âmbito da escola.

O gasto de numerário público, como já destacado, em simples aquisição e distribuição de acervo, principalmente composto de livros, sem abranger a existência, organização e manutenção de bibliotecas fere o interesse público, já que em última instância, esses recursos são extraídos dos cofres públicos a partir da arrecadação efetuada através do contribuinte, configurando-se em malbaratação do patrimônio cultural, que falsamente está sendo construído, pois a informação não cumpre o seu potencial de circulação, seja em termos sociais ou geográficos ou melhorando o nível de conhecimento do alunado e dos educadores em geral.

Mais do que propor o exato modelo de bibliotecas escolares, as organizações abaixo-assinadas reivindicam o respeito aos princípios estabelecidos na Constituição Federal (1988), no que tange ao direito do cidadão em ter acesso a um espaço no qual a informação concretiza seu papel social, democratizante, vez que não se pode pretender que o acervo não processado de forma técnica, científica, atenda a essa função que, por ser social é garantia da construção da cidadania. É exatamente, diga-se de outro modo, a informação que se organiza, processa e se dissemina, após receber o tratamento adequado, que poderá atender ao cidadão em amplo raio de demandas e níveis de compreensão.

Brasília, 20 de março de 2009.

Conselho Federal de Biblioteconomia
Conselho Regional de Biblioteconomia – 1ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 2ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 3ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 4ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 5ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 6ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 7ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 8ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 9ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 10ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 11ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 12ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 13ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 14ª Região
Conselho Regional de Biblioteconomia – 15ª Região


[Eu, Leitor (a), apoio este Manifesto!]


Fonte: site do Conselho Regional de Biblioteconomia – 6ª Região

sábado, 18 de abril de 2009

Dia Nacional do Livro Infantil


A data foi instituída pela Lei 10.402/02 para lembrar o escritor, editor e jornalista José Bento Monteiro Lobato, nascido em 18 de abril de 1882.

Monteiro Lobato é considerado o pai da literatura infantil brasileira. Nascido em Taubaté, interior de São Paulo, iniciou sua carreira escrevendo contos para jornais estudantis. Em suas obras, Monteiro Lobato resgatou a imagem do homem da roça, apresentando personagens do folclore brasileiro, como: o Saci Pererê e a Cuca.

“A Menina do Nariz Arrebitado” (Reinações de Narizinho) apresentou seus personagens mais conhecidos da literatura infanto-juvenil brasileira: os moradores do Sítio do Picapau Amarelo, que foi transformado em obra televisiva nos anos oitenta, sendo regravado no final dos anos noventa.


Os personagens inesquecíveis do Sítio do Picapau Amarelo são: Dona Benta, a avó; Emília, a boneca de pano falante; Tia Nastácia, a cozinheira e seus famosos bolinhos de chuva; Pedrinho e Narizinho, os netos de Dona Benta; Visconde de Sabugosa, o boneco sábio feito de sabugo de milho; Tio Barnabé, o caseiro do sítio que contava vários “causos” às crianças; Rabicó, o porquinho marquês cor de rosa; dentre vários outros que foram surgindo através das diferentes histórias que Lobato criou.

Monteiro Lobato morreu aos 66 anos de idade, no dia 4 de julho de 1948, deixando um vida inteira dedicada ao amor pelos livros. “Um país se faz com homens e livros”, dizia Lobato.


Quer saber mais?!
Na Biblioteca Cecília Meireles temos uma estante especial dedicada a obra de Monteiro Lobato. Venha conhecer!

domingo, 12 de abril de 2009

Feliz Páscoa!


Páscoa ...


"É mudar,

É partilhar,
É ter esperança,
É lutar e vencer.

É refletir,
É superar sofrimentos,
É dizer sim ao amor e à vida.

É investir na paz.
É lutar por um mundo melhor.
É ajudar a mais gente a ser gente.
É viver em constante libertação.
É crer que a vida supera a morte.
É conquista diária.
É encontro.
É passagem para um novo mundo!"


A Biblioteca-pólo Cecília Meireles deseja a Você e sua Família
uma FELIZ PÁSCOA!


quinta-feira, 9 de abril de 2009

I Concurso Cora Coralina de Poesia: para servidores municipais

REGULAMENTO DO CONCURSO DE POESIA 2009 “CORA CORALINA”


01 - OBJETIVOS:

- Promover a valorização dos servidores municipais;

- Incentivar os servidores da Administração Direta da Prefeitura de Belo Horizonte à criação de poesias (prosa e verso) e poemas;

- Identificar talentos literários entre os servidores municipais.


02. TEMA:

Autonomia e Igualdade para as Mulheres fortalecem a Cidadania e a Democracia”


03. INSCRIÇÕES:

I - As inscrições deverão ser realizadas no período de 25 de março a 24 de abril de 2009 (exceto sábados, domingos e feriados), no horário de 8h às 17h, na Gerência de Acompanhamento Sociofuncional – GEASOF, da Secretaria Municipal Adjunta de Recursos Humanos – SMARH, situada à Rua Espírito Santo, 250 – 8º andar - Centro.

II – Os candidatos poderão inscrever no máximo 2 (duas) obras, na categoria poesia (prosa e verso) ou poema, usando pseudônimo diferente para cada produção inscrita.

III - Serão consideradas inscritas as obras entregues pessoalmente ou enviadas pelo correio à Gerência de Acompanhamento Sociofuncional – CONCURSO DE POESIA 2009 “Cora Coralina” - Rua Espírito Santo, 250 – 8º andar – Centro – CEP: 30.160-030.

IV - Para as obras enviadas, por meio do correio, será considerada a data de postagem, que não poderá ultrapassar o limite da data de encerramento das inscrições. A Coordenação do Concurso não se responsabiliza por buscar obras em agências dos correios.


04. CONDIÇÕES:

I - Poderão participar do concurso todos os servidores da Administração Direta da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, exceto os lotados na Gerência de Acompanhamento Sociofuncional – GEASOF/SMARH.

II - As obras concorrentes deverão ser inéditas e escritas em língua portuguesa, sendo eliminadas, em qualquer etapa do Concurso, aquelas já publicadas/divulgadas por qualquer meio, no todo ou em parte.

III - Cada obra deverá ser apresentada em 4 (quatro) vias, datilografadas ou digitadas com espaçamento 1,5cm, em papel tamanho ofício ou A4, impressa de um só lado do papel, com todas as páginas NUMERADAS. A página de rosto de cada via deverá conter o título da obra e o pseudônimo do autor.

IV - Acompanhando as 4 (quatro) vias, o candidato deverá anexar 1 (um) ENVELOPE LACRADO, contendo as seguintes informações:

Externamente:

- Concurso de Poesia 2009 “Cora Coralina”

- Título da obra

- Pseudônimo


Internamente:

- Título da obra

- Pseudônimo

- Ficha de Inscrição (Anexo I) devidamente preenchida, constando o nome do candidato, endereço completo, CEP atualizado, telefone, unidade de lotação, BM, cargo, identidade, CPF.

V - É vedada a inclusão, na obra inscrita, de qualquer elemento que permita a identificação da autoria (rubrica, dedicatória, dentre outros).

VI - Após a efetivação da inscrição da obra, não serão aceitas correções ou alterações nos originais.

VII - Os itens acima deverão ser cumpridos rigorosamente, sem o quê as obras não poderão ser inscritas.


05. DO JULGAMENTO E PREMIAÇÃO:

I – Será constituído um júri, composto por 3 três convidados, indicados pela Coordenação do Concurso, que avaliará a obra considerando, dentre outros, os seguintes critérios: originalidade, criatividade, consonância com a temática e a linguagem.

II - O júri selecionará até 15 (quinze) obras, e elegerá as 3 (três) primeiras colocadas.

III - O júri é soberano, não cabendo qualquer forma de recurso quanto as suas decisões.

IV – Os três primeiros colocados serão premiados com uma placa alusiva ao Concurso de Poesia 2009 – “Cora Coralina”, que será entregue em solenidade a ser agendada no mês de maio de 2009.

V – Nessa mesma solenidade de premiação, as obras classificadas pelo júri da 4ª (quarta) até a 15ª (décima-quinta) colocação receberão certificados de menção honrosa.

VI – As 15 (quinze) obras selecionadas pelo júri participarão de uma coletânea a ser publicada pela Prefeitura de Belo Horizonte.

VII – Aos demais concorrentes participantes serão conferidos Certificados de Participação no Concurso.

VIII - O resultado do Concurso será publicado no Diário Oficial do Município e estará também disponível na Gerência de Acompanhamento Sociofuncional – GEASOF/SMARH.


06. DEVOLUÇÃO:

I - Não serão devolvidos os originais das obras que forem apresentados no presente concurso.


07. DISPOSIÇÕES GERAIS:

I - As inscrições efetuadas conforme as exigências dos itens 3 e 4 - implicam na plena aceitação, por parte do candidato, das disposições contidas no presente regulamento, bem como na autorização para reprodução das obras em material de divulgação produzido pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.

II - A Gerência de Acompanhamento Sociofuncional, da Secretaria Municipal Adjunta de Recursos Humanos será responsável pela coordenação do Concurso regido pelo por este regulamento.

III - Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Concurso.


Márcio Lúcio Serrano


Secretário Municipal Adjunto de Recursos Humanos

domingo, 5 de abril de 2009

Exposição de Marcelo Xavier - Convite


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Até o dia 15 de abril, o Museu de Artes e Ofícios recebe a exposição do escritor e artista plástico Marcelo Xavier, "Cadernos de Desenhos", que também dá nome ao seu mais novo livro. O artista, conhecido pelas histórias e massinhas desenvolvidas para as crianças, desta vez ousa e se apresenta para um novo público, os adultos.

A mostra traz 58 desenhos, feitos com lápis, guache, recorte e cola, onde ele representa o início da década de 80, permeado com a bandeira do amor livre e da liberdade de expressão. Sem cronologia, os desenhos vão surgindo acompanhados de textos-comentários do próprio autor. Assim, Marcelo Xavier mostra sua outra face em um livro para gente grande, "eu comigo mesmo", como ele afirma.

SERVIÇO
Exposição "Cadernos de Desenhos"
Local: Museu de Artes e Ofícios
Data: 20 de março a 15 de abril
Entrada gratuita
Horário de funcionamento do Museu de Artes e Ofícios:
Terças, quintas e sextas-feiras, das 12h às 19h
Quartas-feiras, das 12h às 21h
Sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h


Fonte: Museu de Artes e Ofícios