"Multiplica os teus olhos para verem mais.
Multiplica os teus abraços para semeares tudo."
Cecília Meireles

quarta-feira, 30 de março de 2011

Transtornos de Aprendizagem - revista Conhecimento Prático Geografia, n. 36

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Os Transtornos de Aprendizagem e os Transtornos Psiconeurofuncionais
atingem cerca de 40% da população em idade escolar. Os principais transtornos de aprendizagem são a dislexia, a discalculia e a disgrafia.


Dislexia: dificuldade na área da leitura, escrita e soletração.
Discalculia: incapacidade de compreender e manipular números.
Disgrafia: alteração da escrita.

O déficit de atenção, com ou sem hiperatividade, atinge cerca de 6% das crianças em idade escolar, trazendo situações dramáticas para o portador e pessoas mais próximas quando não diagnosticado e tratado. Suas principais características são a fácil distração e a impulsividade, acrescidas ou não da hiperatividade.

Fonte: publicado na revista Conhecimento Prático Geografia, n. 36, p. 20.


quinta-feira, 24 de março de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

As Viagens de Gulliver de cara nova

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Você ainda não conhece a revista Língua Portuguesa?

Ela faz parte do acervo da Biblioteca Cecília Meireles com edições
desde janeiro de 2010. Confira!!!



sábado, 12 de março de 2011

Dia do Bibliotecário

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Homenagem das profissionais Lourdinha e Maria, que atuam na Biblioteca da Escola Municipal Júlia Paraíso, no Dia do Bibliotecário.


Obrigada a todos os auxiliares de biblioteca e professores que nos ajudam a percorrer o túnel!

Margareth



Homenagem ao Bibliotecário - Cartão recebido






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Dia do Bibliotecário - 12 de Março

O que fazem os bibliotecários

[Fevereiro/2011]


Trata-se de verdade incontestável o fato de a biblioteca mostrar-se essencial ao crescimento, desenvolvimento e, sobretudo, à transformação das pessoas.


Sem exigir horários nem uniformes, ela propicia a cada indivíduo a liberdade de conhecer o que quiser, quando quiser e como puder, em diferentes suportes (impressos, audiovisuais, cartográficos, ciberespaciais, entre outros), sem nada cobrar em troca; assegura a oportunidade de alcançar, ver, tocar, familiarizar-se com os mais diversos registros do conhecimento; oferece alternativa para escolha dos registros do conhecimento de interesse a cada um.


Se alguns levianos presumem-na morta e enterrada, a biblioteca renasce das cinzas qual fênix egípcia, simbolizando o deus sol e recriando-se.


Outra verdade estabelecida é o fato de haver diferentes tipos de bibliotecas. Cada país tem uma - e geralmente apenas uma - Biblioteca Nacional, destinada a preservar, disseminar e prover acesso à cultura e à produção bibliográfica (em sentido amplo) de uma nação, de um povo. Mais do que um patrimônio nacional, esse tipo de biblioteca faz-se patrimônio universal, na medida em que a cultura de um é parte da cultura do todo. Ao mesmo tempo em que olha para fora, para o mundo, uma Biblioteca Nacional precisa olhar para dentro e não somente preservar, mas difundir este patrimônio a seus concidadãos.


Os demais tipos de bibliotecas, ou centros de documentação, ou centros de informação, entre outras denominações, destinam-se a públicos específicos, mesmo que se refiram às incontáveis e diferenciadas parcelas de habitantes de uma determinada comunidade, município ou estado.


Seja qual for o seu tipo, portanto, cabe à biblioteca salvaguardar a história e os documentos relativos à comunidade ou à parcela de habitantes. Para tanto, há múltiplas funções a serem desenvolvidas, funções estas que requerem um profissional habilitado: o bibliotecário.


Cabe ao bibliotecário coletar obras, em quaisquer suportes, de interesse do público a ser atendido, para incorporação ao acervo. Ele necessita conhecer as características de edição, a seriedade das editoras e dos autores, sua competência no assunto, seu zelo pela língua portuguesa, seja nos originais ou nas traduções, suas diferentes visões de mundo, intérpretes, diretores, enfim, saber distinguir entre a boa qualidade de uma edição e a pura especulação comercial.


Cabe ao bibliotecário organizar o acervo, físico ou ciberespacial. Após selecionadas e coletadas, as obras necessitam de organização, visando a seu acesso pelo público, sob diversos enfoques de busca e recuperação. O bibliotecário conhece as normas e procedimentos para o intercâmbio nacional e internacional de informações bibliográficas e para adequação ao público.


Cabe ao bibliotecário disseminar as obras, por meios vários, inclusive ações culturais.


Cabe ao bibliotecário manter-se atualizado quanto às novas tecnologias voltadas à área biblioteconômica e a seus usuários.


Cabe ao bibliotecário manter-se atualizado quanto à cultura, à sociedade de modo geral e à comunidade em particular, de modo a promover a cidadania, a ética e a cultura da paz.


Cabe ao bibliotecário comunicar-se com o público, tornando o espaço biblioteconômico, tanto físico como ciberespacial, um lugar agradável e de lazer.


O hábito da leitura e do uso das instituições bibliotecárias desenvolve-se desde a mais tenra infância, ainda na pré-escola; estende-se ao longo da vida e permanece durante a terceira idade, caso se crie e se mantenha de forma adequada.


O bibliotecário, e somente ele, recebe formação consentânea e especializada para o cumprimento de todas essas funções, sendo portanto indispensável ao adequado funcionamento da biblioteca ou do centro de documentação e informação.


O bibliotecário é partícipe ativo da cidadania e da transformação de cada indivíduo.


Subscrevem este documento:

Profª Drª Eliane Serrão Alves Mey - UFSCar (aposentada) e pesquisadora FAPERJ

Prof. Dr.Marcos Luiz Miranda – UNIRIO*, Diretor da Escola de Biblioteconomia

Profª Drª Elisa Campos Machado – UNIRIO

Profª Maria Tereza Reis Mendes – UNIRIO


  • A Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO – compreende o mais antigo Curso de Biblioteconomia do país, que celebra 100 anos em 2011.


(Nota explicativa: o texto foi elaborado para divulgação junto ao Gabinete do Ministério da Cultura. Foi elaborado sob a premissa de que todo cidadão pode e deve se manifestar a respeito de qualquer assunto, em especial aqueles que lhe dizem respeito mais de perto. Quem desejar pode assinar e divulgar o documento em qualquer tipo de veículo de comunicação. Pode incluí-lo em sites, blogs ou repassá-lo para órgãos da mídia. A autora, aliás, gostaria que o texto obtivesse mais assinaturas, fosse reproduzido e veiculado. OFAJ).



FONTE: http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=343

quarta-feira, 9 de março de 2011

Arautos da Poesia: convite de aniversário

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Divulgação - BPIJBH

Programação BPIJBH – MARÇO/2011


Literatura


Ciranda de Histórias

Narração de contos da literatura brasileira e de tradição oral.

Dia 16, quarta, às 14h

Público: livre

Narrador: Gustavo Lima Lopes

Vagas: 70 - Agendamento especial para escolas e instituições.


Contornos da Memória

Leitura e reflexão sobre diversas representações e experimentações memorialísticas abordando Belo Horizonte, com ênfase nas linguagens literária e fotográfica.

Dia 03, quinta, das 14h às 17h

Público: adultos

Mediador: Luiz Henrique S. de Oliveira (técnico em Literatura)

Inscrições prévias. Vagas: 15


Encontro semanal de contadores de histórias

Reunião para seleção de histórias, pesquisa de textos literários, trocas de vivências e exercícios de narração. Aberto a novos interessados.

Dias 11, 18 e 25, sexta, às 10h

Mediadora: Reni Tiago (bibliotecária e especialista em Literatura) e Simone Teodoro (graduada em Letras)


Entrelinhas

Leitura dos livros A linha (Mario Vale) e A linha assanhada (Carlos Jorge) e produção de narrativas verbais e visuais.

Dia 16/03, quarta, das 14h30 às 16h30

Público: crianças (a partir de 9 anos), jovens e adultos

Mediadoras: Isabel Corrêa (arte-educadora) e Simone Teodoro (graduada em Letras)

Inscrições prévias. Vagas: 15.


Puxa-prosa

Encontro com o escritor Maurilo Andreas, autor dos livros de poemas Todas as estrelas do mundo (2011) e Estranhas histórias (2011), da Coleção Tracinho – Editora Fino Traço.

Dia 17, quinta, às 9h30

Público: livre


Roda de Leitura

Encontro para estudos, exercícios de práticas de leitura em voz alta e apresentações para o público. Aberto a novos interessados.

Dias 02, 16 e 30, quarta, às 9h30

Público: adultos (agentes/mediadores de leitura, educadores, interessados em geral)

Mediadores: Reni Tiago (bibliotecária e especialista em Literatura) e Wander Ferreira (bibliotecário)

Leitura aberta poemas de autores brasileiros em comemoração ao Dia Nacional da Poesia (14 de março).

Dia 23, quarta, às 9h30

Público: livre


Extensão Cultural

Era uma vez... no hospital

Leitura e narração de histórias para crianças no setor de Pediatria do Hospital Santa Casa de Misericórdia.

Dia 18, sexta, às 15h

Mediadoras: Isabel Corrêa (arte-educadora), Maria Célia Nunes e Maria Tereza Andrade (narradoras de histórias voluntárias).


BIBLIOTECA PÚBLICA INFANTIL E JUVENIL DE BELO HORIZONTE

* 20 Anos de Histórias bem Contados *

Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 9h às 17h30

Aos sábados, das 9h30 às 13h


Rua Carangola, 288 – Térreo – Santo Antônio – bpijbh@pbh.gov.br

Tel.:3277-8658 – Ônibus: 5102 e 9103, SC01 e SC02 (Av. Contorno)

quinta-feira, 3 de março de 2011

Galeria da Biblioteca Cecília Meireles

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A Biblioteca Cecília Meireles recebe de segunda a quinta-feira durante o horário do recreio, nos dois turnos, vários alunos que frequentam a Gibiteca.

A leitura de gibis e outras publicações é um grande incentivo para despertar o lado artístico que todos nós temos.

É muito comum que os usuários da Biblioteca façam homenagens aos seus personagens favoritos dos quadrinhos, da tela da TV e do cinema, em forma de desenhos.

2011 é um ano especial. Nossa Escola completa 40 anos! Assim, vamos publicar a partir deste ano, aqui no Blog, sempre que possível os desenhos presenteados à Biblioteca com tanto carinho pelos alunos.

O primeiro desenho da nossa Galeria é do aluno Gabriel Henrique (Sala 14 - Turno da Tarde), uma homenagem ao personagem Goku do desenho Dragon Ball Z.

terça-feira, 1 de março de 2011

Março - Poema de Luiz de Miranda

MARÇO

Luiz de Miranda


Março é água

de peixe ou do céu

é perdas e danos do verão

papéis de aula

mistérios de um abrir

e fechar de portas

onde se perde

a luz dos caminhos

E sozinhos somos

este outono

que se precipita

e não caem as folhas

apenas os sinos dobram

nosso coração de menino


Março marca em nosso

mapa a mágica lua

que cresce em azul

e míngua o gris

das tarde de agonia

Ah, os relógio temperados

com o ozônio da paixão

e vai a solidão

entrando em nossa alma

como um cão

que desaprendeu sua casa


Março, final de mar

de um certo março

ao sul do amor

mar interior


Março marca

um tempo que se abre

fora da febre do verão

Em março volta a escola:

um, dois, três

vamos começar outra vez


MIRANDA, Luiz de. Livro dos meses. São Paulo: FTD, 1997. (Coleção falas poéticas)